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Clique  em Atividades da Biblioteca e veja o que foi feito durante o ano de 2009.

No dia 05 de junho, a Biblioteca contou com a presença de alunos da EMEF para a realização de uma oficina de reciclagem, que começou com uma apresentação a respeito do lixo, seguida por uma conversa com as crianças, e foi finalizada com a confecção de bilboquês a partir de garrafas PET.

Abaixo temos as fotos da turminha em ação.

Imagem 033Conversando sobre o Meio Ambiente

Resize of Imagem 035Aprendendo a reciclar

Resize of Imagem 006O produto: Bilboquê

Resize of Imagem 039Cada aluno com o seu bilboquê já pronto

Resize of Imagem 044A turma toda junta

Se as coisas fossem mãe

Essa foi uma das poesias que as crianças leram na Biblioteca,  homenageando as mães:


“Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas,

O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.

Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,

O mar seria um jardim e os barcos seus caminhos.

Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas,

Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas,

Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins,

Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins!

Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes,

Pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.

Se uma fada fosse mãe, seria mãe da alegria.

Toda mãe é um pouco fada… Nossa mãe fada seria.

Se uma bruxa fosse mãe, seria mamãe gozada:

Seria mãe das vassouras, da família vassourada!

Se a chaleira fosse mãe, seria mãe da água fervida,

Faria chá e remédio para as doenças da vida.

Se a mesa fosse mãe, as filhas sendo cadeiras,

Sentariam comportadas, teriam “boas maneiras”.

Cada mãe é diferente: mãe verdadeira, ou postiça,

Mãe vovó e mãe titia, Maria, Filó, Francisca,

Gertrudes, Malvina, Alice, toda mãe é como eu disse.

Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta, arruma a mesa,

Cozinha, escreve, trabalha fora, ri, esquece, lembra e chora,

Traz remédio e sobremesa…

Tem até pai que é “tipo mãe”…   Esse então é uma beleza!”

(Sylvia Orthof)


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Agradecimentos às crianças da 3ª série C  – Kate, Miriã, Bruna, Brenda, Thalia e Walmir – pelo tempo gasto nos ensaios, pela coragem de falar em público e por terem desempenhado esse papel com tanta responsabilidade, nos proporcionando a visão de que, em certos momentos, pequenos gestos podem fazer muita diferença.

Agradecemos também à Gestão, à Coordenação Cultural e à Coordenação da EMEF  pelo apoio e a presença.

anne-frank

O ginásio do CEU Caminho do Mar está abrigando a exposição “Anne Frank: uma história para hoje”, que vem percorrendo o mundo há 13 anos  como testemunho da história de uma menina que narra, através de seu diário, as dores e angústias sofridas sob o jugo da violência do nazismo.

Seu diário tornou-se livro internacionalmente conhecido, tendo sido já lido por milhões de pessoas em todo o mundo.

Abaixo, reproduzimos um trecho de “O Diário de Anne Frank”, que se encontra disponível para leitura integral na biblioteca.

” (…)

Realmente, é de admirar que eu não tenha desistido de todos os meus ideais, tão absurdos e impossíveis eles são de se realizar. Conservo-os, no entanto, porque apesar de tudo ainda acredito que as pessoas, no fundo, são realmente boas. Simplesmente não posso construir minhas esperanças sobre alicerces formados de confusão, miséria e morte. Vejo o mundo transformar-se gradualmente em uma selva. Sinto que estamos cada vez mais próximos da destruição. Sofro com o sofrimento de milhões e, no entanto, se levanto os olhos aos céus, sei que tudo acabará bem, toda essa crueldade desaparecerá, voltarão a paz e a tranqüilidade.

Enquanto isso, é necessário que mantenha firme meus ideais, pois talvez chegue o dia em que os possa realizar.

(…)”

A exposição, que  começou no dia 21 de março, continua no CEU até o dia 21 de abril.

Hans Christian Andersen, nascido na Dinamarca, no dia 02 de abril de 1805, foi um poeta e escritor de histórias infantis.

Escreveu peças de teatro, histórias e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido.

Entre os contos de Andersen, destacam-se: O Patinho Feio, O soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia, A Roupa Nova do Rei e A Princesa e a Ervilha, entre outros.

Desde 1967, no dia do aniversário de nascimento de Hans Christian Andersen, dia 2 de abril,  é comemorado o dia Internacional do Livro Infantil como forma de inspirar amor à leitura e chamar a atenção para esses livros.

A cada ano,  um país-membro  da IBBY –  International Board on Books for Young People – tem a oportunidade de ser o responsável pelo Dia Internacional do Livro Infantil.

Esse país escolhe um tema e convida um escritor iminente para escrever uma mensagem às crianças do mundo ou um ilustrador famoso para conceber um cartaz. Esses materiais são usados de diferentes maneiras para promover os livros e a leitura.


Nesse ano, o escolhido para desenhar o cartaz  e escrever a mensagem foi o ilustrador e profissional de cinema nascido no Cairo – Egito, Hani D. El-Masri.

Abaixo, seguem, então,  o desenho e a mensagem de El-Masri para o Dia Internacional do Livro de 2009:

cartaz-do-dia-internacional-do-livro-infantil3

EU SOU O MUNDO

Eu sou o mundo e o mundo sou eu,

porque, com o meu livro,

posso ser tudo o que quiser.

Palavras e imagens, verso e prosa

levam-me a lugares a um tempo próximos e distantes.

Na terra dos sultões e do ouro,

há mil histórias a descobrir.

Tapetes voadores, lâmpadas mágicas,

gênios, vampiros e Sindbades

contam os seu segredos a Xerazade.

Com cada palavra de cada página

viajo pelo tempo e pelo espaço

e, nas asas da fantasia,

o meu espírito atravessa terra e mar.

Quanto mais leio mais compreendo

que com o meu livro

estarei sempre

na melhor das companhias.

(Ilustrador e autor da mensagem: Hani D. EL – Masri

Tradução: José António Gomes)

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